Como fazer a migração de dados na troca do PEP da minha instituição?

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Como fazer a migração de dados na troca do PEP da minha instituição?
A troca do PEP pode ser necessária por uma série de razões. Garantir a migração de dados com segurança é um dos desafios desse movimento.

Sumário

Substituir o prontuário eletrônico do paciente (PEP) usado em uma instituição de saúde é uma tarefa nem sempre fácil, mas às vezes necessária. Garantir a segurança durante a migração de dados é uma das principais dores de quem faz a gestão de saúde em hospitais, operadoras e laboratórios.

Para ter sucesso nessa empreitada, é preciso escolher não apenas um prontuário eletrônico adequado às necessidades da instituição, mas que também tenha um processo de migração de dados tranquilo.

Neste artigo, vamos destacar alguns dos pontos aos quais os gestores de saúde devem ficar atentos na hora de trocar o prontuário da sua instituição — e sugerir que conheçam o Prontmed Hub, uma solução capaz de ser integrada a outros sistemas de gestão empresarial.

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Por que trocar o prontuário eletrônico da sua instituição?

Nas instituições de saúde, o prontuário eletrônico é a interface utilizada pelos profissionais para atender os pacientes, mas não apenas isso. O software médico também tem o papel de enviar e receber dados clínicos e administrativos que são importantes não só no tratamento, mas também na gestão da operação de saúde.

Aqui, é preciso pensar na integração de sistemas. Para quem ainda não conta com um prontuário eletrônico capaz de compartilhar dados com o sistema de gestão empresarial, talvez seja hora de repensar. Afinal de contas, essas informações são cruciais para a administração sustentável de instituições como hospitais, clínicas e laboratórios, entre outras.

Além disso, é essencial pensar nas funcionalidades oferecidas aos profissionais de saúde que atendem os pacientes no dia a dia. Quanto mais adaptado à rotina do corpo clínico, maior a adesão ao prontuário e, geralmente, melhor o dado coletado.

Por isso, há quatro motivos essenciais para a troca do PEP:

  • satisfação do corpo clínico;
  • necessidade de dados estruturados;
  • novas demandas de integração e interoperabilidade;
  • atualização tecnológica.

O que levar em conta na hora de migrar para outro prontuário eletrônico?

Sabemos que fazer a migração de dados de um prontuário digital para outro não é algo simples. Por isso, é interessante levar em conta os fatores de maior impacto caso essa decisão seja tomada. Acompanhe!

Segurança

A segurança é um dos principais fatores a se levar em consideração na hora de escolher um prontuário eletrônico — ou de fazer a migração de dados para uma nova plataforma. Afinal, além de um requisito legal, regulado pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), garantir a segurança dos dados dos pacientes é uma questão de confiança e reputação de uma instituição de saúde.

Por isso, informar-se bem antes de fechar negócio é fundamental. Entre os pontos mais críticos a serem considerados estão:

  • o quão isolado é o ambiente digital do sistema de prontuário eletrônico;
  • se os dados que trafegam pelo sistema são criptografados e passam por canais seguros;
  • se há possibilidade de usar VPN para oferecer uma camada extra de segurança;
  • se o protocolo HTTPS é utilizado em todas as operações do prontuário.

Garantia de manutenção dos dados do PEP original

Os dados clínicos e administrativos dos pacientes são muito valiosos, pois permitem oferecer um atendimento mais qualificado e completo aos usuários e otimizar recursos das instituições. Assim, garantir que os dados originais serão preservados após a migração é essencial.

Dados estruturados

Migrar para um prontuário eletrônico que tenha dados estruturados é igualmente importante, pelas vantagens que isso traz — como a interoperabilidade com outros sistemas. Mas os benefícios vão além. Esse tipo de dado integra uma estrutura mais rígida que os não-estruturados, fazendo com que seja lido de forma padronizada.

Isso ajuda as instituições de saúde, por exemplo, a ter informações precisas (e acessíveis rapidamente) a respeito de números de casos de uma doença em um espaço de tempo determinado, a idade dos pacientes atendidos em uma especialidade, entre outras — e isso tudo sem que dados de estruturas diferentes interfiram nessa leitura.

Assim, é possível ter uma visão realista a respeito do cenário vivido no dia a dia da instituição e usar esses dados como base para a tomada de decisões de mais qualidade a respeito de investimentos a serem realizados, alterações no atendimento, contratações de profissionais e diversas outras.

Segurança jurídica em relação à propriedade do dado

O prontuário eletrônico também ajuda a dar mais segurança jurídica em relação à propriedade do dado. É importante entender que o paciente tem direito aos seus dados clínicos e que eles podem ser facilmente extraídos, caso um software médico com dados estruturados seja utilizado.

Por que o Prontmed Hub é a melhor opção?

O Prontmed Hub é o prontuário eletrônico da Prontmed. Além de oferecer uma variedade de funcionalidades para os profissionais de saúde, incluindo templates específicos para 30 especialidades médicas, ele também é capaz de ser integrado a outros sistemas utilizados pelas instituições de saúde.

Seja um sistema de gestão empresarial, uma plataforma de agendamento ou outros aplicativos, o Prontmed Hub pode ser integrado a eles e servir como mais uma opção no gerenciamento da instituição.

Veja mais razões para fazer a migração de dados para o Prontmed Hub:

  • dados estruturados e parametrizados — possibilidade de cruzamento de dados e construção de dashboards clínicos para acompanhamento do corpo clínico, gerenciamento do cuidado e estratégias de saúde populacional;
  • satisfação do corpo clínico — maior NPS do mercado de saúde brasileiro, avaliado pelos próprios usuários;
  • integração com rede de prestadores;
  • mais de 30 templates de prontuário eletrônico, acompanhando as necessidades clínicas de cada especialidade médica;
  • possível integração de agendamento com os canais do paciente;
  • telemedicina e histórico do paciente na mesma tela do PEP;
  • controle de acesso — perfis administrativos não têm acesso a dados clínicos;
  • dados em nuvem — oferecem mais segurança contra ciberataques e mais praticidade para acessar o prontuário do paciente de qualquer lugar;
  • respeito à LGPD — software totalmente adequado às exigências da lei;
  • hub completo de funcionalidades — com módulos de prontuário, agendamento e faturamento;
  • possibilidade de migração de dados sem custos — as análises são feitas caso a caso.

Chegamos ao final do artigo, mas não sem antes deixar um convite aos gestores de saúde: caso esteja considerando alterar o sistema de prontuário eletrônico da sua instituição, conheça mais detalhes sobre como funciona a migração de dados do Prontmed Hub. Nosso time de especialistas está aguardando o seu chamado.

Entre em contato com a gente para saber mais!

Marketing Prontmed

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