5 formas de usar o prontuário eletrônico para fazer a gestão de pacientes crônicos

Compartilhe:
5 formas de usar o prontuário eletrônico para fazer a gestão de pacientes crônicos
Veja como o PEP ajuda na gestão de pacientes crônicos na sua instituição

Sumário

Quem lidera instituições de saúde sabe que a gestão de pacientes crônicos é um dos grandes desafios do setor. Estar constantemente preparado para oferecer o melhor atendimento e, ao mesmo tempo, dar a devida atenção à sustentabilidade financeira de hospitais e operadoras demanda uma visão completa do cenário.

A tecnologia ajuda os gestores a alcançarem esse equilíbrio. Um prontuário eletrônico com funcionalidades que facilitam a coordenação do cuidado e o acompanhamento da jornada do paciente crônico, e que ainda oferece inteligência clínica para garantir a qualidade do atendimento e a redução de custos, pode fazer uma grande diferença no dia a dia.

Conheça 5 formas de usar o PEP na gestão de pacientes crônicos e saiba como o Prontmed Hub está preparado para essa missão.

1. Coordenação do cuidado

Ter uma boa estratégia de coordenação do cuidado é importante para qualquer paciente, mas ainda mais fundamental para tratar pacientes crônicos. E a tecnologia pode ajudar bastante os profissionais e gestores de saúde nisso.

Um bom sistema de prontuário eletrônico ajuda as instituições de saúde a terem um maior detalhamento da carteira do paciente, a acompanharem sua jornada de forma mais eficiente e a contar com gráficos comparativos, que dão um embasamento maior para a definição de estratégias de cuidado.

“Sabemos que entre 70% e 80% dos problemas de saúde de pacientes crônicos se originam de maus hábitos como má alimentação, falta de exercícios físicos e baixa qualidade de sono. Mas a falta de acompanhamento de saúde também é responsável por causar ou agravar esses casos. Assim, desenvolver uma linha de coordenação do cuidado é o ideal, e os dados do prontuário eletrônico ajudam muito nisso”, acredita Lasse Koivisto, CEO da Prontmed.

2. Linha do tempo do paciente

Outra funcionalidade a ser buscada em um prontuário eletrônico são as linhas do tempo que permitem acompanhar a evolução do paciente ao longo dos anos. Com esse recurso, os gestores de saúde têm uma visão mais clara a respeito da condição original do indivíduo (em seu primeiro atendimento na instituição), quais as etapas percorridas e qual sua situação atual.

Com essas informações, é possível não só ajudar pacientes de forma individual, mas também estabelecer relações entre diferentes casos dentro da instituição, fazer comparações e, assim, preparar melhor a equipe para realizar atendimentos.

3. Resumo de atendimentos anteriores

O acesso a resumos de atendimentos anteriores também facilita a visualização da evolução do paciente crônico ao longo do tempo. Também é importante que esse acesso possa ser feito pelo profissional durante uma consulta. Os motivos que o levaram à consulta, os diagnósticos feitos, as prescrições emitidas, os exames solicitados, os resultados obtidos, tudo isso pode ser consultado.

“Mas o prontuário não resolve tudo sozinho. Além de acompanhar a linha do tempo, as instituições precisam ser proativas”, observa Koivisto. “É preciso entrar em contato com o paciente crônico periodicamente para garantir que realizou os exames solicitados, que está seguindo o tratamento corretamente, ou qualquer outra recomendação recebida”, complementa.

4. Inteligência Clínica

Ferramentas de inteligência clínica integradas ao prontuário eletrônico ajudam os profissionais de saúde, no dia a dia, a proporcionarem um atendimento ainda mais completo aos pacientes. Funcionalidades que ajudam a evitar interações medicamentosas indevidas, por exemplo, são uma segurança a mais e se somam ao conhecimento dos profissionais.

Além disso, funcionalidades de suporte à decisão clínica podem oferecer caminhos para garantir um bom acompanhamento de pacientes crônicos dentro de protocolos pré-estabelecidos pela instituição. Entre as ferramentas associadas a essa tecnologia estão as calculadoras clínicas, indicações de exames com base em fatores de risco, identificação de padrões e riscos, entre outros recursos.

5. Compartilhamento de informações com outros profissionais de saúde

Quando implantados dentro de clínicas ou hospitais, muitos prontuários eletrônicos permitem o compartilhamento dos dados entre os profissionais que atuam nessas instituições (sempre seguindo o que exige a LGPD). Isso permite um maior cuidado e detalhamento na gestão de pacientes crônicos.

Mesmo que não sejam atendidos sempre pelo mesmo profissional, esses pacientes podem continuar a ter uma continuidade do cuidado de forma padronizada. Afinal, seus dados, sua linha do tempo e resumos de atendimentos anteriores estarão disponíveis para serem consultados.

O Prontmed Hub na gestão de pacientes crônicos

O Prontmed Hub é um prontuário eletrônico que ajuda as instituições de saúde a fazerem a gestão de pacientes crônicos. A plataforma conta com funcionalidades de inteligência clínica, linha do tempo e resumo de atendimentos anteriores, além de permitir o compartilhamento dos dados com outros profissionais.

Assim, a coordenação do cuidado se torna muito mais simples de ser realizada, além de garantir uma jornada digital do paciente muito mais segura e completa, com benefícios tanto para a população quanto para a instituição — como redução de riscos e de custos operacionais, por exemplo.

Agora, que tal ler nosso blog post sobre continuidade do cuidado para saber mais sobre o assunto?

Marketing Prontmed

Marketing Prontmed

Deixe um Comentário:

Conteúdo relacionado

17 de janeiro de 2023
A continuidade do cuidado é um dos desafios estratégicos dos gestores de saúde. Saiba como a tecnologia pode ajudar.
10 de janeiro de 2023
Reações adversas a interações medicamentosas podem ser evitadas com suporte da tecnologia
3 de janeiro de 2023
Confira as principais tendências apontadas por especialistas na área da saúde para o ano que está começando!