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Finanças no consultório médico: 5 passos para controlar o fluxo de caixa

Cuidar das finanças no consultório médico é fundamental para garantir um excelente atendimento a todos os pacientes. Por mais que o profissional de saúde seja qualificado, sabe-se que uma estrutura adequada, uma equipe preparada e bons equipamentos também fazem a diferença na rotina. E isso só se consegue com as contas em dia.

Além disso, garantir o fluxo de caixa e manter os pagamentos das despesas do consultório sem atrasos traz mais tranquilidade, permitindo aos médicos manter o foco no que interessa: seu trabalho como profissional de saúde.

Neste artigo, trazemos algumas dicas a respeito das finanças no consultório médico, inclusive falando sobre como a tecnologia pode dar um grande apoio neste quesito. Confira agora mesmo!

1. Escolha uma boa assessoria contábil

Ter um contador é uma obrigação para profissionais de saúde que optaram por atuar como Pessoa Jurídica. Mas mesmo que o consultório tenha sido aberto na modalidade Pessoa Física, é importante contar com apoio profissional para fazer a gestão das finanças.

A principal dúvida é: como escolher uma boa assessoria entre tantas opções? É interessante buscar uma empresa ou profissional que já tenha experiência na área da saúde e que conheça seus pontos mais sensíveis. Pedir sugestões a colegas médicos pode ser uma boa forma de encontrar um parceiro de confiança.

Mais do que controlar a entrada e saída de valores do consultório, a assessoria contábil pode avaliar se as finanças estão saudáveis, se há oportunidades de evitar gastos e até mesmo de realizar investimentos para qualificar ainda mais os serviços prestados aos pacientes.

2. Entenda o custo da hora médica

Saber precificar os serviços oferecidos é fundamental para a sustentabilidade das finanças no consultório. Embora, em um primeiro momento, possa ser difícil calcular o quanto vale uma hora de trabalho — a chamada “hora médica” —, é possível chegar a um valor razoável levando alguns pontos em consideração. Não se deve esquecer, ainda, de incluir as consultas de retorno neste cálculo, já que estas não são remuneradas.

A primeira coisa é responder à pergunta: quanto você gostaria de ganhar ao final de um mês de trabalho? Para chegar a esse valor, não esqueça de levar em conta os custos de manutenção do consultório, incluindo taxas de aluguel, condomínio, impostos, anuidade do conselho profissional, energia elétrica, internet, equipamentos e materiais (incluindo sua manutenção), salários, entre outros.

Depois, divida esse valor pelo número de dias trabalhados e, então, pegue esse número e divida novamente, desta vez pelo número de horas dedicadas ao atendimento a pacientes. Se o valor das consultas é inferior ao mínimo necessário para cobrir a sua hora de trabalho, pode ser necessário aumentar os preços ou trabalhar mais horas por dia.

3. Analise os ganhos de cada consulta (particular ou via convênio)

Embora seja necessário ter muito cuidado com esse tipo de planejamento, já que dar preferência para atendimentos particulares é proibido quando o médico aceita um plano de saúde do qual seu paciente é cliente (e deseja utilizar na consulta), é fundamental entender as formas de pagamento mais recorrentes no consultório.

Por exemplo: se 30% das consultas costumam ocorrer na modalidade particular e 70% via convênios, é preciso entender as diferenças de valores entre elas para calcular o valor ideal da hora médica. É a partir dessa definição que a solidez financeira do consultório será construída.

4. Tenha cuidado com o fluxo de caixa

Do ponto de vista financeiro, manter um consultório é como ter uma empresa: é preciso ter atenção a detalhes e cuidar do fluxo de caixa. Saber as datas de pagamentos e prever os recursos que estarão disponíveis para honrar os compromissos é fundamental.

Uma dica interessante, especialmente para profissionais com consultório individual, é considerar os períodos de férias, já que não há entrada de valores quando o atendimento está interrompido. Por isso, nos meses em que a operação está funcionando, é importante fazer uma reserva para garantir os pagamentos devidos, já que as contas continuam chegando, mesmo com o consultório fechado.

5. Use um software médico com funcionalidades financeiras

É importante que um software médico ofereça funcionalidades financeiras, como um módulo de faturamento e suporte ao fluxo de caixa. Ainda que as finanças no consultório sejam responsabilidade do contador, ter uma plataforma digital com os dados relacionados à entrada e saída de valores traz mais segurança para a operação.

O mercado oferece opções de prontuários eletrônicos, como o Prontmed Hub, que contam com esse tipo de funcionalidade. Veja algumas delas:

  • definição do valor de consultas por tipo de atendimento;
  • consulta de SADT/SP integrada com cadastro e agendamento;
  • configuração de regras para múltiplas unidades e convênios;
  • impressão de guias em branco;
  • geração de lote com padrão atualizado TISS;
  • gerenciamento de lote;
  • relatório de controle de faturamento.
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Esse é um assunto sobre o qual nem todo mundo gosta de falar, afinal, ninguém entra para a área da saúde para lidar com dinheiro. Porém, assim como na vida pessoal, a disciplina e o cuidado com as finanças no consultório são essenciais. Esperamos ter ajudado!

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Escrito por
Marketing Prontmed

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