Resolução CFM 2299
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Privacidade e segurança de dados: como se preparar para evitar incidentes?

De acordo com levantamento feito pela IBM, o custo médio do vazamento de dados chegou a US$ 4,24 milhões em 2021, o valor mais alto em 17 anos. Mas os prejuízos não são meramente financeiros. Instituições que sofrem com problemas de segurança de dados e violação da privacidade perdem a confiança de clientes e investidores e têm sua reputação abalada no mercado.

Na saúde, isso não é diferente. Os dados de pacientes são valiosos e os ataques na tentativa de obtê-los são constantes. Por isso, é preciso estar preparado. Neste artigo, trazemos algumas dicas essenciais para evitar incidentes relacionados a vazamento de dados.

Mas antes, explicamos os conceitos de privacidade, o papel do consentimento como base legal da LGPD e outros pontos a serem considerados na definição de uma política corporativa de proteção a dados e, é claro, na escolha de sistemas de prontuário eletrônico adequados às necessidades da sua instituição.

Leia agora mesmo!

O que é privacidade e qual a importância da segurança de dados no contexto da saúde?

Privacidade, no contexto da segurança de dados, diz respeito ao direito de todo cidadão de ter suas informações pessoais protegidas, sem possibilidade de acesso por terceiros não autorizados. Quando se fala em saúde, isso se torna muito importante, já que os dados de pacientes são valiosos.

Por isso, garantir a segurança dos dados de pacientes — seja em pequenos consultórios ou em grandes hospitais — é essencial. Tão essencial que pode, inclusive, gerar multas e outras penalidades para quem não assegurar a privacidade dos usuários de um serviço.

A segurança de dados pode ser de dois tipos:

O que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) recomenda em relação ao assunto?

Em vigor no Brasil desde 2020 (com aplicação de sanções desde 2021), a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) tem grande impacto no setor da saúde. A utilização de dados pessoais na área, inclusive, supera a questão do sigilo médico, do ponto de vista legal.

Originalmente, o sigilo entre médico e paciente está ligado à confidencialidade dos dados de saúde e sua não divulgação a terceiros não autorizados. A LGPD, no entanto, vai além: ela também trata de pontos como as condições e limites de utilização das informações, obrigações relacionadas à transparência, regras sobre prestação de contas e cuidados adicionais necessários no compartilhamento de dados.

Assim, pode-se dizer que a LGPD e a segurança de dados na saúde andam de mãos dadas. Afinal, manter as informações de pacientes protegidas é uma necessidade, e a legislação existe para garantir que as determinações serão cumpridas.

Para mais detalhes, acesse a íntegra da lei.

Quando é necessário ter consentimento do paciente para enviar dados?

O consentimento do paciente é necessário sempre que outra base legal não possa ser usada como justificativa para o tratamento de dados. Um dos pontos mais importantes quando se fala de segurança de dados, as bases legais propostas na LGPD devem ser usadas corretamente no tratamento dessas informações.

Nem todo mundo sabe, por isso é importante esclarecer: o consentimento do paciente nem sempre é necessário para o tratamento de dados, inclusive na saúde. Apesar de ser considerada uma das principais bases legais da LGPD, há situações em que outras bases podem ser usadas sem ferir a lei.

Para dados pessoais comuns, as bases legais, além do consentimento, são:

Para dados pessoais sensíveis, também há outras bases legais que podem ser usadas para o tratamento de dados, além do consentimento. São elas:

Critérios do consentimento

Quando o consentimento é a única base legal possível, é necessário levar em conta alguns critérios para que ele seja válido. O consentimento precisa ser livre, informado, inequívoco e usado para uma finalidade determinada.

Na prática, o controlador dos dados deve deixar clara a forma como os dados serão tratados e ter o consentimento coletado por escrito. Caso não haja outra opção que não seja aceitar os termos propostos, o consentimento não é válido.

Quais os cuidados necessários em relação a integração de sistemas?

A integração de sistemas é um dos pontos mais discutidos na saúde nos últimos tempos, porque ela garante uma experiência mais qualificada para o paciente e uma jornada mais rica, no que diz respeito a disponibilização de dados, para as instituições.

No entanto, alguns cuidados devem ser tomados nessa comunicação entre diferentes sistemas, possibilitada pela interoperabilidade, para garantir a segurança dos dados. Veja alguns pontos críticos:

5 dicas para evitar incidentes envolvendo segurança de dados

Mais do que dor de cabeça aos gestores e profissionais de saúde, incidentes envolvendo segurança de dados podem custar caro — seja em sanções com base na LGPD, seja em processos movidos por pacientes.

Por isso, ficar ciente das principais maneiras de evitar esse tipo de situação é o primeiro passo para evitá-las. Confira!

1. Invista em criptografia

Já mencionamos a criptografia no tópico anterior, mas nunca é demais ressaltar sua importância. Imagine que um invasor conseguiu, de alguma forma, superar todas as barreiras de segurança de um sistema. Ele está cara a cara com os preciosos dados de seus pacientes. Porém, eles estão ilegíveis e, portanto, não tem valor para o hacker e nem podem ser compartilhados. É isso que a criptografia faz.

Ao tornar os dados incompreensíveis por terceiros que venham a ter acesso a eles, a criptografia se torna uma das principais aliadas dos gestores de saúde na hora de garantir a segurança das informações de seus pacientes. É melhor que uma invasão nunca chegue a esse ponto, é claro. Mas caso chegue, essa barreira ajuda a evitar o pior.

2. Isole a base de dados

Também já falamos brevemente sobre a importância de isolar a base de dados no contexto da integração de sistemas, mas voltamos a reforçar ainda mais seu caráter essencial para a segurança de forma geral. Impedir que dados circulem por caminhos vulneráveis é obrigatório no cenário atual, de ataques constantes a sistemas em todos os setores.

3. Mantenha os dados em nuvem

Mais um ponto muito importante é manter os dados em nuvem, em servidores com rígidos padrões de segurança. Guardar os dados de pacientes em um computador ou celular — ou, pior ainda, em prontuários de papel — é sinônimo de vulnerabilidade a furtos, assaltos ou outros tipos de crimes comuns.

A perda dos equipamentos é o que menos importa, já que eles podem ser substituídos. Mas o vazamento dos dados inseridos neles pode acabar com a reputação de um consultório ou instituição de saúde.

4. Tenha uma comunicação clara com os usuários

Estabelecer boas práticas de comunicação com os usuários de um sistema também é fundamental. Deixar claro quais os canais usados (como SMS e WhatsApp com conta verificada, por exemplo), não passar informações sigilosas por telefone (especialmente quando o contato partiu do usuário) e evitar o uso de links (que podem ser usados por pessoas mal-intencionadas para direcionar usuários a ambientes inseguros) são algumas delas.

5. Garanta a usabilidade dos softwares médicos utilizados

A usabilidade é essencial não apenas para proporcionar uma boa experiência para os profissionais que atuam em uma instituição de saúde, mas também para evitar que erros — e possíveis vazamentos de dados — ocorram.

O preenchimento de campos, a inserção de dados e outras atividades básicas — porém críticas — podem expor informações sigilosas a terceiros, caso não sejam feitas da melhor forma. Um software médico com boa usabilidade garante que isso não aconteça.

Chegamos ao fim deste conteúdo direcionado aos gestores de saúde que valorizam os dados de seus pacientes e que se preocupam em oferecer os mais altos níveis de segurança em suas instituições.

Para saber ainda mais sobre o assunto, que tal conferir nosso e-book sobre LGPD na saúde?

Chegou o ReumaPronto, prontuário eletrônico criado pela Prontmed e aprovado pela SBR

O ReumaPronto, novo prontuário eletrônico da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), chega ao mercado nesta quinta-feira, 12 de maio de 2022. Desenvolvido pela Prontmed e feito especialmente para reumatologistas, o produto foi anunciado durante a programação da XXIII Jornada de Reumatologia Cone-Sul, em Curitiba (PR).

Durante o evento, o time da Prontmed estará no local para demonstrações do ReumaPronto. Mas se você não puder conferir ao vivo, não se preocupe. Trazemos tudo que você precisa saber sobre a novidade neste artigo.

Saiba mais sobre o assunto!

Prontuário eletrônico com funcionalidades específicas para reumatologistas

O prontuário conta com funcionalidades específicas para os profissionais da área, o que inclui métricas para avaliação de doenças reumatológicas. Confira todos os diferenciais:

Saiba mais sobre o ReumaPronto no vídeo a seguir!

Vantagens para associados da SBR

Associados SBR têm até 40% de desconto para usar o ReumaPronto. Além disso, o software pode ser incrementado com o módulo de telemedicina, que permite realizar consultas a distância na mesma tela do prontuário.

Confira os valores!

Plano Mensal com 30% de desconto

Para associados da SBR, o ReumaPronto tem um custo de R$ 67,13 mensais. Caso opte por adicionar o módulo de telemedicina, são acrescentados R$ 24,50 na mensalidade, chegando a um valor total de R$ 91,63/mês. Lembrando que, nas consultas via telemedicina, estão disponíveis até 10 horas de atendimento por videochamada a cada 30 dias.

Plano Anual com 40% de desconto

Caso optem por realizar pagamentos anuais, os associados da SBR terão acesso ao ReumaPronto pelo valor de R$ 635,26 por 12 meses de utilização (equivalente a R$ 52,93 por mês). Se desejarem adicionar o módulo de telemedicina, são acrescentados R$ 252,00 na anuidade, chegando a um valor total de R$ 887,26 (equivalente a R$ 73,94 por mês). No plano anual, também estão disponíveis até 10 horas de consultas via telemedicina por mês.

Saiba mais detalhes no site do ReumaPronto!

Saiba mais sobre a Sociedade Brasileira de Reumatologia

A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) é uma associação civil científica de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 15 de julho de 1949, na cidade do Rio de Janeiro, pelos médicos Herrera Ramos, Waldemar Bianchi, Pedro Nava, Israel Bonomo e Décio Olinto, entre outros.

Desde então, a SBR mantém sua tradição científica, acompanhando e promovendo o desenvolvimento da especialidade no Brasil e com um importante papel também internacional, especialmente entre os países da América Latina.

Veja mais em https://reumatologia.org.br/.

Saiba mais sobre a Prontmed

A Prontmed é uma healthtech que atua com foco na organização de dados clínicos para o mercado de saúde. A empresa é criadora de um dos prontuários médicos eletrônicos mais reconhecidos do Brasil, o Prontmed Hub, que já foi usado para realizar mais de 15 milhões de atendimentos por milhares de profissionais de saúde e, hoje, conta com diversas integrações e projetos em grandes instituições do país.

Suas origens remetem ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, com um prontuário desenvolvido especialmente para a área de reumatologia, nos anos 1990.

Bradesco Saúde, Grupo Fleury, Sompo Seguros, SaúdeID e eCare são alguns dos clientes que utilizam a plataforma. A startup agrega em inovação e inteligência na tomada de decisão de instituições e profissionais da área de saúde.

Mais informações em https://prontmed.com/.

Gostou da novidade? Então, entre em contato com a nossa área Comercial para solicitar o ReumaPronto! Estamos à disposição no WhatsApp ou via e-mail. Se preferir, teste grátis por sete dias!

O que é desfecho clínico e qual o papel da tecnologia?

Um dos temas mais quentes na área da saúde nos últimos anos, o desfecho clínico tem ganhado importância nas discussões entre profissionais e gestores do segmento. Muito disso está atrelado ao papel que a tecnologia vem desempenhando na saúde, de dar suporte à medição de resultados na jornada do paciente.

Neste artigo, vamos falar um pouco sobre o conceito de desfecho clínico, sua relação com a saúde baseada em valor e, é claro, trazer alguns exemplos de como a tecnologia já vem impactando a área.

Comece a leitura agora mesmo!

Afinal, o que é desfecho clínico?

Na definição do National Health System (NHS), sistema de saúde público britânico, os desfechos clínicos são mudanças mensuráveis ​​na saúde, função ou qualidade de vida que resultam dos cuidados prestados aos pacientes.

Já o Consórcio Internacional para Medição de Desfechos de Saúde (ICHOM) define desfechos clínicos como “os resultados do tratamento com os quais os pacientes mais se preocupam”. Esses resultados, no entanto, não são definitivos, e sim desfechos do dia a dia — como o nível de dor que um paciente suporta, por exemplo. “Quanto tempo após o tratamento um paciente com dor lombar pode esperar para voltar ao trabalho?” é uma pergunta cuja resposta pode ser um desfecho clínico, por exemplo.

Outra forma de explicar o conceito é dizer que os desfechos clínicos se caracterizam pela coleta de informações, tanto qualitativas quanto quantitativas, em toda a jornada do paciente, seja a partir de uma visita ao consultório médico, de uma cirurgia ou até mesmo após o fim de um tratamento específico.

Aliás, esse “fim” é bastante relativo, já que a revisão constante desses desfechos é importante por estabelecer padrões para melhorar continuamente todos os aspectos das práticas de saúde.

Como o desfecho clínico é medido?

Ainda de acordo com o NHS, os desfechos clínicos podem ser medidos por dados, como as taxas de readmissão hospitalar, por exemplo — que, no caso, indicam que o paciente ainda precisa de cuidados. Outro exemplo são as escalas médicas, que servem como forma de monitorar e acompanhar um paciente com uma doença crônica, cujo desfecho não é necessariamente a “cura” — a escala de risco cardiovascular é um bom exemplo.

Esses desfechos podem ser registrados pelos administradores das instituições de saúde ou pela própria equipe clínica: médicos, enfermeiros, psicólogos ou profissionais de saúde de outras áreas, como fisioterapeutas e nutricionistas, por exemplo.

Há uma corrente da saúde que defende a ideia de que as medidas de desfecho clínico também podem ser relatadas pelos pacientes e suas famílias. Elas são chamadas de Patient-Reported Outcome Measures (PROMs) — em português, medições de resultados relatados pelo paciente.

Os PROMs são considerados importantes porque fornecem uma avaliação da saúde a partir da visão do paciente e de sua percepção de qualidade de vida relacionada à saúde. Para muitos, o ideal é um misto de dados referidos com dados aferidos. Há estudos na área da antropologia que falam que o paciente nem sempre é 100% verdadeiro em seus relatos, daí a importância de confrontar esses dados com uma análise médica efetiva.

Você pode saber mais sobre a medição de desfecho clínico e sobre PROMs no primeiro episódio do Prontcast, com o médico Rafael Munerato. Ouça no YouTube (abaixo) ou na sua plataforma favorita — Spotify, Deezer ou Apple Podcasts.

Quais os tipos de desfecho clínico?

É difícil enumerar todos os tipos de desfecho clínico. Afinal, cada especialidade os trata de uma forma específica. Além disso, cada caso individual também pode demandar um encaminhamento diferente.

Por exemplo, na área da gastroenterologia, há desfechos clínicos específicos. Imagine um paciente com uma doença inflamatória do intestino. É necessário observar se houve remissão ou avanço, necessidade de cirurgia, entre outros fatores. Coletar dados a respeito desses desfechos é fundamental para compreender o cenário atual e projetar o futuro.

O rastreio de câncer de intestino em idosos também é uma forma de desfecho clínico. Existem diretrizes para a realização de pesquisa de sangue oculto nas fezes e até mesmo a realização de colonoscopia, dependendo da idade e do sexo do paciente.

A endocrinologia é outro exemplo de área da saúde em que acompanhar os desfechos clínicos é importante. Um estudo revelou que o hipotireoidismo insuficientemente tratado pode piorar desfechos hospitalares.

Quais os seus benefícios para o paciente, profissionais e instituições de saúde?

Os desfechos clínicos são fundamentais para a saúde como um todo, pois impactam a vida de pacientes, o atendimento dos profissionais de saúde e a gestão das instituições. Saiba mais!

Evidências para melhoria do serviço e garantia de qualidade das operações

Um dos principais benefícios dos desfechos clínicos é proporcionar evidências para que os serviços de saúde se qualifiquem. Um tratamento X é realmente eficiente? Quem sabe uma alternativa possa dar melhor resultado? Se uma ideia Y funciona bem em determinada região, por que não ser replicada em outra? São essas evidências que podem direcionar o tipo de cuidado a ser oferecido.

Maior transparência na prestação de contas

Quando se estabelece padrões para manter a melhoria contínua dos serviços de saúde, fica claro para todos os envolvidos os investimentos necessários. Assim, a prestação de contas também tende a se tornar mais transparente, especialmente para instituições que tenham acionistas e também aquelas que integram a rede pública.

Mais informação para fazer escolhas sobre os cuidados de saúde

Os desfechos clínicos também ajudam os pacientes a se informarem melhor a respeito dos possíveis caminhos a serem seguidos em um tratamento de saúde. Dessa forma, podem tomar melhores decisões, sempre com suporte clínico.

Melhores dados para tomada de decisões de financiamento

Os desfechos clínicos geram uma quantidade significativa de dados, sejam eles clínicos ou administrativos. Se coletados de forma estruturada, podem servir como base para melhores decisões clínicas, é claro, mas também para que o melhor caminho financeiro seja seguido.

Além desses benefícios, há outras vantagens que podem ser citadas, como melhor estruturação de processos internos das instituições, proporcionar indicadores clínicos para cada linha de cuidado, maior visibilidade do paciente ao médico e aumento do grau de satisfação e fidelização de pacientes.

Veja mais detalhes no artigo assinado pelo Clinical Intelligence Scientist Senior da Prontmed, Nélio Borrozzino, publicado no Medscape.

Qual a relação entre desfecho clínico e saúde baseada em valor?

Ainda em seu artigo no Medscape, Borrozzino apresenta o conceito de saúde baseada em valor, que pode ser definido como “uma iniciativa de reestruturação dos sistemas de saúde, com o objetivo global de ampliar o valor para os pacientes, conter o aumento de custos e oferecer mais conveniência e serviços a todos os envolvidos no processo”.

Assim, é natural estabelecer uma relação entre desfecho clínico e saúde baseada em valor — e não é à toa que esses conceitos têm sido tão comentados na área da saúde nos últimos anos. De acordo com o especialista da Prontmed, os desfechos clínicos “se configuram como uma variável importante para agregar valor percebido ao contato com a medicina”. Além disso, eles auxiliam o médico em sua tomada de decisão e a compreender a real situação do paciente dentro e fora do consultório.

Como a tecnologia ajuda a obter um bom desfecho clínico?

Como já mencionamos neste artigo, os desfechos clínicos geram dados. Esses dados precisam ser coletados e administrados da melhor forma, para que os resultados apareçam e pacientes, profissionais e instituições de saúde observem seus benefícios na prática. Veja alguns exemplos.

Metodologia ICHOM

A já mencionada ICHOM conta com um metodologia própria, considerada um padrão de excelência global, para medição de desfechos clínicos. A partir de questionários específicos para cada patologia, torna-se possível fazer o acompanhamento e a medição dos resultados observados pelos pacientes. O material está disponível para download no site da ICHOM (é necessário se tornar membro do consórcio para ter acesso).

Inteligência Artificial

A inteligência artificial também vem sendo usada no contexto dos desfechos clínicos. A partir da coleta de dados e do uso de ferramentas apropriadas, torna-se possível “prever” determinadas ocorrências ou avaliar a probabilidade de uma determinada doença surgir. Essa possibilidade se torna ainda mais forte quando se usa um software médico com dados estruturados.

Prontuário eletrônico com dados estruturados

Falando nisso, um prontuário eletrônico com dados estruturados, como o Prontmed Hub, também é uma excelente opção para registro e armazenamento das informações relacionadas a desfechos clínicos, tanto para consultórios quanto hospitais, clínicas, laboratórios e outras instituições da área. Com essa tecnologia, torna-se possível não apenas oferecer um atendimento mais qualificado ao paciente, mas também fazer a gestão da saúde populacional de forma muito mais eficaz.

Nosso artigo chegou ao fim, mas a discussão em relação ao tema continua. Afinal, desfecho clínico é um tema de grande relevância para todo mundo na área da saúde, trazendo impactos diretos para pacientes, profissionais e instituições de saúde.

Por isso, fica aqui o convite: compartilhe o artigo nas suas redes sociais para que o diálogo continue!

Integração de sistemas: qual o papel do prontuário eletrônico neste contexto?

A integração de sistemas é uma das principais preocupações dos gestores na hora de contratar um prontuário eletrônico. Afinal de contas, esse é um ponto fundamental tanto do ponto de vista administrativo (como o agendamento), quanto clínico (com acesso a facilidades como o envio e recebimento de resultados de exames, por exemplo) e, ainda, no que diz respeito à gestão de saúde (com dados estruturados que podem ser analisados em tempo real).

Neste artigo, vamos propor uma reflexão sobre o tema e destacar os principais pontos a serem levados em conta pelos gestores na hora de escolher seu software médico. Para isso, convidamos o CEO da Prontmed, Lasse Koivisto, dono de insights valiosos de quem vive a tecnologia no dia a dia.

Vem com a gente!

Entender qual problema se pretende resolver é o primeiro passo

Antes de pensar em integração de sistemas, é fundamental que as instituições de saúde tenham clareza a respeito do problema que precisa ser resolvido no setor. Cada vez mais, ter acesso a informação se torna algo decisivo na experiência que será oferecida ao paciente.

“Em geral, o ambiente de gestão tem pouco contexto a respeito do lado clínico do paciente, o que dificulta a compreensão a respeito da efetividade do que está sendo proposto a ele”, argumenta Lasse. “Será que o paciente realmente precisa disso que está sendo oferecido? Ou ele prefere ter acesso a outros recursos e informações?”, questiona.

A busca por mais eficiência, para ajudar um paciente a navegar melhor pelos diversos serviços de saúde, é um ponto de atenção importante, que impacta questões mais práticas como a integração de sistemas.

Interoperabilidade e a importância da integração de sistemas na saúde

Quando se fala em interoperabilidade, estamos falando de comunicação de informações entre sistemas. Na saúde, ela evita redundâncias, especialmente durante o atendimento, já que deixa de ser necessário solicitar ao paciente uma série de informações que já estão disponíveis em outros sistemas, devido a essa integração.

Quer um exemplo? Imagine um paciente que consultou com um clínico geral, fez uma série de exames e recebeu a recomendação de procurar um especialista. Ao chegar para a nova consulta, seus dados clínicos estão disponíveis para o profissional de saúde que dará sequência ao tratamento, sem que ele precise explicar em detalhes todas essas questões.

“A interoperabilidade e a integração de sistemas ajudam a trazer mais informação para as instituições e profissionais de saúde. Assim, todos passam a ter mais contexto e, com base nisso, tomam decisões melhores”, avalia Lasse. Essas “decisões melhores” podem ser desde a forma como um possível diagnóstico será investigado até a prescrição de um medicamento, entre outros tipos de conduta médica.

Contar com um prontuário eletrônico que seja capaz de se comunicar com outros sistemas se torna essencial. Para isso, antes de tudo é preciso garantir que a terminologia usada esteja dentro de um padrão — como já ocorre a partir da TISS e da TUSS —, que a semântica clínica e os códigos usados por todos sejam os mesmos e assim por diante. “Precisamos garantir que todo mundo esteja falando a mesma língua”, resume o CEO. Ou seja, a interoperabilidade depende de uma série de passos anteriores para se tornar viável.

O que deve ser observado ao contratar um prontuário eletrônico, do ponto de vista da integração de sistemas?

Um prontuário eletrônico capaz de se integrar a outros sistemas é um prontuário conectado ao universo da saúde como um todo. Veja três pontos essenciais a serem observados, de acordo com Lasse Koivisto.

Pense no impacto da escolha para os usuários

Na hora de escolher o prontuário eletrônico, o gestor precisa pensar em quem serão os usuários do produto. O primeiro foco deve ser no profissional de saúde, porque se eles não se sentirem à vontade com o software médico, a experiência nem chegará aos demais atores desse processo — pacientes e gestores.

“O gestor deve ter cuidado para escolher o melhor produto, sem deixar de envolver a área clínica da sua instituição e de dar a eles a oportunidade de experimentar a tecnologia. De nada adianta o administrador gostar do prontuário se o profissional de saúde não usá-lo na prática”, argumenta Lasse.

Garanta que os dados possam ser extraídos na integração de sistemas

Também é fundamental garantir que os dados inseridos pelos profissionais de saúde no prontuário sejam facilmente extraídos e interpretados — inclusive com apoio de outros sistemas integrados, se necessário — para que, sistemicamente, cumpram sua função de dar contexto ao processo e facilitem a tomada de decisão.

Com base nessa capacidade de extrair e analisar dados, torna-se viável coordenar o cuidado ao paciente de forma muito mais efetiva, afinal, sabe-se em detalhes quais são as suas condições de saúde. “A partir desse momento, o dado clínico ajuda a calcular minimamente o desfecho clínico. Será que esse paciente está melhorando? A experiência está melhor? Há alguma meta a ser alcançada? E assim por diante”, explica o CEO.

Avalie se o prontuário ajuda o paciente a se engajar na saúde

Quando há integração de sistemas e os dados são estruturados, um prontuário eletrônico pode até mesmo ajudar os pacientes a se engajarem mais na própria saúde. Imagine o cenário de um hospital, por exemplo. Uma pessoa que iniciou seus cuidados de saúde na instituição e recebeu a recomendação de realizar mais exames pode ser incentivada a fazê-lo graças à forma como suas informações clínicas são usadas pelo próprio hospital. Calma, a gente já explica.

Como você deve saber, nem sempre os pacientes dão sequência aos tratamentos, mesmo com recomendação médica. Mas a partir do momento que a informação de que ele tem essa necessidade está disponível, o próprio sistema pode criar alertas e lembretes que o direcionem a continuar seus cuidados.

“A central liga e avisa: olha, vimos aqui que você tem recomendação de ir ao especialista X ou Y. Eu tenho cinco profissionais que fazem parte da minha rede de confiança para indicar. Quer ajuda para marcar a consulta? Então, acaba que o dado clínico, com essas integrações de sistemas, pode ajudar também nesse quesito”, detalha Lasse.

5 exemplos de integração de sistemas na área da saúde

Confira cinco exemplos práticos de integrações de sistemas que não podem ser deixadas de lado pelos gestores de saúde na hora de optar por um software médico.

1. API de agendamento

É bem importante que um prontuário eletrônico tenha um sistema de agenda — ou, pelo menos, que tenha a capacidade para ser integrado a um sistema de agendamento. Até porque existem diversos modelos, desde a marcação feita em consultório pelas secretarias, até centrais de grandes instituições que recebem centenas de ligações por hora.

Um outro modelo a ser considerado é o de muitas instituições que contam com uma rede de médicos que disponibilizam horários livres para os próprios pacientes poderem agendar suas consultas. Por isso, um prontuário que tenha a capacidade de espelhar horários vagos na agenda pode ser interessante.

2. API de cadastro

Poder cadastrar informações do paciente — como os dados de contato, por exemplo — também é algo fundamental e que não pode ser ignorado. É com esse tipo de API que garantimos que os cadastros de pacientes sejam únicos e possam ser usados para integrar informação entre sistemas diferentes.

3. Integração com WhatsApp

Atrelado ao cadastro, também temos a integração com WhatsApp como um ponto importante a ser considerado. Sabe-se que quase 100% da população brasileira usa o aplicativo de mensagens diariamente. Logo, não se deve ignorar seu potencial de uso na relação entre as pessoas e seus médicos.

Mais do que prescrições e solicitações de exames, o WhatsApp também pode ser usado para enviar atestados, encaminhamentos e confirmações de consultas, entre outros.

4. App do paciente

Uma instituição de saúde que deseje disponibilizar um aplicativo ou outro tipo de tecnologia com dados clínicos do paciente (para que ele mesmo possa visualizar e acompanhar sua saúde) também pode se beneficiar de um prontuário capaz de se integrar a outros sistemas. Dependendo do contexto, os dados clínicos inseridos no software médico pelo profissional de saúde podem ser disponibilizados aos pacientes em tempo real.

5. Integração com laboratórios

A integração com sistemas de laboratórios, para solicitação e recebimento de resultados de exames diretamente dentro do prontuário de forma estruturada, também é outro aspecto que facilita demais a vida dos profissionais de saúde — e não pode ser descartado pelos gestores. Sabe-se que os médicos precisam ser cada vez mais eficientes para otimizar os recursos de saúde. Por isso, tudo que os ajude a automatizar tarefas manuais e permita que seu foco seja direcionado ao atendimento dos pacientes deve ser levado em conta.

Chegamos ao final deste artigo. Esperamos que o texto tenha ajudado a esclarecer por que a integração de sistemas é tão importante na saúde e como o prontuário eletrônico deve estar preparado para que a interoperabilidade ocorra na prática.

Agora, que tal ler nosso post sobre o que o gestor de TI deve avaliar em um sistema de prontuário eletrônico?

Da sala de espera ao prontuário digital: veja 7 dicas para fidelizar pacientes

Existe uma sigla que talvez não faça parte do dia a dia dos médicos, chamada CAC. Ela significa “Custo de Aquisição de Clientes” e se baseia em um dado estudado por especialistas há muitos anos: é muito mais caro atrair um novo cliente do que reter quem já foi conquistado. Sabemos que a saúde não pode ser mercantilizada, mas pode-se usar a mesma lógica quando se pensa em fidelizar pacientes.

Neste artigo, vamos falar sobre a importância do assunto para a sustentabilidade de um consultório ou clínica, apontar as vantagens de investir na fidelização de pacientes e trazer algumas dicas que podem ajudar a chegar lá.

Veja o texto a seguir!

Por que é importante fidelizar pacientes?

Como já falamos na introdução do artigo, o custo de conquistar um paciente é bem maior do que o de fidelizar quem já foi atraído ao consultório. Mas esta não deve ser a única razão. Afinal, estamos lidando com a saúde e o bem-estar de seres humanos, e esse deve ser o grande motivador para prestar um bom atendimento.

Revisões constantes

Como os cuidados com a saúde devem ser constantes, é fundamental estimular os pacientes para que retornem periodicamente para revisões, realização de novos exames e acompanhamento geral da saúde.

Credibilidade

Além disso, pacientes satisfeitos com o atendimento recebido tendem a indicar seus profissionais de saúde favoritos para outras pessoas. Assim, cria-se uma forma econômica e incrivelmente eficaz de manter um consultório ou clínica sempre em pleno funcionamento: a credibilidade. Não existe melhor propaganda do que o bom e velho “boca a boca”.

Fluxo de caixa

Não se pode deixar de lado outro fator importante para o sucesso de um estabelecimento de saúde: a sustentabilidade financeira. É claro que o bem-estar dos pacientes vem em primeiro lugar, mas não se pode deixar de pensar na saúde das finanças no consultório. Ela é essencial para que você possa continuar prestando um atendimento qualificado à população.

Dicas para fidelizar pacientes

Prestar um atendimento médico de qualidade é a melhor forma de fidelizar pacientes. Mas será a única? A seguir, vamos elencar algumas dicas que nem todo profissional de saúde costuma seguir, mas que podem fazer a diferença.

1. Evite atrasos e remarcações

Muitas vezes, os pacientes ficam satisfeitos com o atendimento realizado no consultório, mas a experiência como um todo deixa a desejar. É o caso quando há um tempo de espera muito longo. Isso pode afastar algumas pessoas, que nem sempre podem aguardar pelo médico por horas.

Por isso, embora a gente saiba que a rotina dos profissionais de saúde seja corrida, é bem importante lembrar que o dia a dia dos pacientes também não é um mar de rosas. Atente-se para cumprir os compromissos dentro do horário marcado.

2. Invista em um consultório agradável e funcional

Quando for comprar ou alugar consultório, o profissional de saúde deve pensar a respeito do ambiente em que os pacientes entrarão ao procurar ajuda médica. Coloque-se no lugar das pessoas: muitas vezes elas estão buscando ajuda pois sentem dores, têm algum mal-estar ou preocupação em relação à sua saúde. Oferecer uma sala de espera com um ambiente acolhedor é fundamental para ela se sentir à vontade para voltar sempre que necessário.

Além disso, o consultório ou clínica também deve ser funcional — bem localizado, próximo a paradas de ônibus e metrô, em um bairro fácil de estacionar, com acessibilidade para pessoas que tenham dificuldade de locomoção, entre outros fatores que fazem bastante diferença na rotina.

3. Atenda por meio de convênios variados

Contar com uma boa variedade de convênios, sejam planos de saúde ou outros tipos de desconto, pode ser uma boa forma de fidelizar pacientes. Afinal, embora todo mundo deseje um atendimento de excelência, não são todas as pessoas que podem investir em consultas particulares.

Esses convênios podem ir além dos planos de saúde e englobar parcerias com outras empresas por meio de programas de fidelidade e descontos, por exemplo.

4. Ofereça diferentes meios de pagamentos

Além da variedade de convênios médicos, é importante facilitar o pagamento das consultas para proporcionar uma experiência de qualidade aos pacientes. Na era do Pix, é complicado aceitar somente pagamentos em dinheiro, concorda?

Mais do que pagamentos digitais, o uso do cartão de crédito ainda é muito relevante, até porque permite ao paciente adiar um pouco a data do pagamento. Se for viável oferecer opções de parcelamento, melhor ainda!

5. Tenha apoio da tecnologia

Contar com um software médico que, além das funcionalidades voltadas para o consultório, também proporciona apoio com questões administrativas e de faturamento, pode ajudar na qualidade do atendimento e na fidelização de pacientes.

Os módulos de faturamento, por exemplo, ajudam a evitar que erros sejam cometidos no que diz respeito aos pagamentos. Já outras funcionalidades do prontuário digital, como agenda integrada e envio de confirmações de consultas e solicitações de exames por WhatsApp são muito úteis para os momentos antes e depois do encontro com o médico.

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6. Ofereça consultas via telemedicina

Os pacientes, cada vez mais, desejam ter a chance de escolher a forma como serão atendidos. Muitas vezes, um retorno em uma consulta via telemedicina pode ser mais prático do que ter que se deslocar novamente até o consultório, por exemplo.

Por isso, contar com um prontuário eletrônico que tenha função de teleconsulta integrada pode ajudar a aumentar a satisfação com o atendimento e ajudar a fidelizar pacientes.

7. Registre dados sobre os pacientes com precisão e segurança

Outro fator bem importante é manter os dados do paciente seguros, especialmente desde que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor, em 2020. Então, a tecnologia mais uma vez serve como apoio neste sentido.

Em vez de deixar dados sensíveis armazenados em fichários e prontuários de papel, que podem ser extraviados, roubados ou até mesmo destruídos, usar um software médico pode evitar esse tipo de problema.

O Prontmed Hub é um bom exemplo de prontuário eletrônico em nuvem, que conta com padrões de segurança em nível bancário e dados criptografados, que não permitem a visualização por parte de invasores. Esse tipo de cuidado também ajuda a manter seus pacientes por perto.

Gostou do artigo? Esperamos que nossas dicas sejam úteis para o seu dia a dia e que elas ajudem a fidelizar pacientes. Quer conhecer uma plataforma digital que pode dar todo o suporte que você precisa para prestar um atendimento inovador, seguro e com muita credibilidade?

Entre em contato com nosso time para saber mais sobre o Prontmed Hub!

Sistema de prontuário eletrônico: como um gestor de TI deve avaliar e 6 características que não podem faltar

Quando um gestor de TI se depara com a necessidade de encontrar um novo sistema de prontuário eletrônico em nuvem para a instituição em que atua, uma série de dúvidas podem surgir.

Entre as principais, estão perguntas como: será que há possibilidade de integração com outros sistemas? É possível fazer a migração de dados da plataforma antiga para a nova? Os dados serão tratados com a segurança devida, respeitando a LGPD? E em relação às funcionalidades, há diversidade suficiente para atender às demandas de profissionais de saúde de diferentes perfis? E o time administrativo, será contemplado?

Todos esses questionamentos são muito pertinentes e devem ser considerados antes de aderir ou optar por uma troca de software médico. Para respondê-las, convidamos alguém que entende muito do assunto — o CTO da Prontmed, Thiago Kolling.

Leia o conteúdo a seguir para saber quais características não podem faltar em um prontuário eletrônico!

1. Integração com sistemas

Um dos pilares principais para quem trabalha em clínicas, hospitais ou outras instituições de saúde — e tem outros sistemas auxiliares, além do prontuário eletrônico — é a integração entre todas as plataformas.

O cadastro de pacientes, por exemplo, deve ser centralizado em todos os sistemas de uma instituição, para que cada necessidade de quem busca atendimento seja endereçada sem duplicidades ou outros problemas que possam ocasionar falhas ou bloqueios no atendimento.

“A disponibilidade da empresa fornecedora de um prontuário eletrônico em possibilitar essas integrações, sejam soluções prontas para uso ou até com algum nível de customização, é muito importante para o gestor de TI. Afinal, isso pode agregar muito valor ao serviço oferecido”, afirma Kolling.

Um exemplo de customização que pode ser oferecida é a adição de campos extras para serem preenchidos no cadastro dos pacientes. Esses dados, além de ajudarem a instituição de saúde a obter mais informações a respeito dos serviços prestados, também auxiliam em análises e estudos futuros, sem falar na facilidade que podem proporcionar para a realização de novas integrações.

APIs de agendamento são uma das integrações mais importantes no sistema de prontuário eletrônico

Uma das integrações mais procuradas pelos gestores de TI é justamente a API (Application Programming Interface) de agendamento. Instituições de saúde de maior porte — como um grande hospital, por exemplo — costumam atuar com serviços de agendamento externo, nos quais muitas pessoas trabalham simultaneamente.

Porém, o profissional de saúde acessa sua agenda por meio do prontuário eletrônico, e um “espelhamento” da outra plataforma é necessário para que as informações corretas sejam refletidas. É aí que uma boa API de agendamento surge como forma de integrar as informações de forma organizada e precisa.

“É importante que a API faça a chamada ‘gestão de colisão’, para que um atendente não marque uma consulta para um paciente no mesmo horário já reservado para outra pessoa”, salienta o CTO.

2. Migração de dados de outro sistema de prontuário eletrônico

Outro fator essencial a ser levado em conta ao escolher um sistema de prontuário eletrônico é sua capacidade de migração de dados — e aqui, falamos tanto na importação de informações de outro sistema quanto na exportação de dados, em caso de uma mudança futura.

Em geral, a migração de dados é facilitada quando o sistema original é uma solução de mercado, sem tantas customizações. Porém, elas podem ser dificultadas quando o prontuário eletrônico de origem é um sistema totalmente personalizado para uma instituição e foi desenvolvido há muitos anos, com tecnologias incompatíveis com as atuais.

Nesses casos, o desenvolvimento de um projeto específico de resgate desses dados, a partir de uma compreensão mais profunda do sistema original, acaba se tornando necessário.

3. Segurança de dados

Para os gestores em TI, é fundamental ter confiança de que o prontuário eletrônico do paciente manterá os dados inseridos na plataforma em segurança. Para isso, algumas características são fundamentais. Acompanhe:

Em relação ao último ponto, trata-se muito mais de uma precaução em relação a ocorrências aparentemente banais — como deixar o e-mail aberto no computador, com possibilidade de ser acessado por uma pessoa mal-intencionada — do que propriamente por temor de um ciberataque.

“Muitas pessoas falam que esse tipo de cuidado é um preciosismo, mas quem atua na área sabe que não. Sabemos que esses descuidos banais, às vezes, causam problemas grandes, e tentamos amenizar esse problema”, pondera Kolling.

Antes de contratar uma plataforma de prontuário digital, também é interessante questionar o fornecedor sobre as auditorias de segurança — se são feitas, com qual frequência e que pontos são monitorados para evitar incidentes. Afinal, é natural que surjam pontos de vulnerabilidade que possam ser melhorados ou atualizados.

4. Funcionalidades variadas

Garantidas as necessidades de integração de sistemas, migração e segurança dos dados, agora é hora de o gestor de TI convencer os profissionais de saúde de sua instituição sobre a adoção do sistema de prontuário eletrônico favorito dos especialistas em tecnologia. Ou seja, é o momento de conhecer as funcionalidades da plataforma e expô-las para os demais tomadores de decisão.

Entre as principais funcionalidades de um bom prontuário eletrônico, é preciso pensar em dois públicos: os responsáveis pelo atendimento clínico e as pessoas dedicadas às atividades administrativas. Encontrar uma solução que ofereça alternativas para ambos é essencial. Conheça algumas das mais requisitadas pelos profissionais!

Funcionalidades clínicas

Entre as funcionalidades clínicas mais desejadas pelos profissionais de saúde estão:

Funcionalidades administrativas

Entre as funcionalidades administrativas, as mais solicitadas por auxiliares, secretárias e demais profissionais das instituições são:

5. Dados estruturados dentro do sistema de prontuário eletrônico

Ter dados estruturados é outra característica fundamental para quem busca um sistema de prontuário eletrônico robusto. Especialmente para instituições de saúde, contar com dados com uma estrutura padronizada, que podem ser extraídos e analisados em contextos diversos, facilita o acompanhamento da gestão da saúde populacional e da própria sustentabilidade do negócio.

“O acesso a dados por parte de profissionais de saúde, gestores, pesquisadores e responsáveis por instituições de diversos segmentos se torna muito mais fácil quando eles estão estruturados. É possível fazer análises e cruzamento de informações em tempo real”, destaca Kolling.

6. Respeito à LGPD e demais normas da área da saúde

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor em 2020 e deve ser respeitada por todos os segmentos do mercado. Quando se trata de plataformas como prontuários eletrônicos, ter um cuidado extra é essencial, já que se trata de sistemas cuja natureza é lidar com muitos dados sensíveis de pacientes.

Por isso, ao contratar um prontuário digital, é importante ficar atento a alguns detalhes, como garantir a anonimização não reversível dos dados. Ou seja, sempre que dados pessoais forem manipulados, deve ser impossível a identificação dos indivíduos, sem possibilidade de reverter essa proteção.

É fundamental, ainda, garantir que as permissões de acesso aos dados clínicos sejam restritas aos profissionais de saúde, com limitações para usuários auxiliares (como secretárias, por exemplo), que podem visualizar somente as informações necessárias para seu trabalho administrativo.

Por fim, também é importante usar um produto desenvolvido por empresas que conheçam profundamente o mercado de saúde. “Há normas que se sobrepõem à LGPD na área da saúde, como algumas das regras impostas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), por exemplo”, alerta Kolling.

Esperamos ter ajudado a esclarecer quais são as características mais importantes a serem consideradas por gestores de TI na hora de contratar um sistema de prontuário eletrônico. Afinal, ter plena confiança no trabalho desenvolvido pelo fornecedor nesta plataforma tão importante para a área da saúde é o primeiro passo para tomar a melhor decisão.

Continue com a gente! Leia nosso post sobre LGPD na saúde para saber mais detalhes sobre esse tema crucial para as instituições do segmento.

Comprar ou alugar consultório? Entenda as vantagens e desvantagens de cada modalidade

Profissionais de saúde em começo de carreira – e até aqueles que já atuam na área há algum tempo – muitas vezes ficam em dúvida sobre comprar ou alugar consultório. Ao mesmo tempo em que investir em um espaço próprio traz benefícios, a locação de uma sala também pode fazer sentido, dependendo do perfil de atendimento.

Neste artigo, não vamos dar uma resposta definitiva. Afinal, como dissemos acima, tudo depende do estilo de trabalho de cada profissional. O que vamos fazer é apontar alguns caminhos, ajudar a refletir sobre essa escolha e, quem sabe, dar uma mãozinha na sua tomada de decisão.

Confira o conteúdo completo a seguir!

Modalidades de consultório

Como você sabe, seja para quem for comprar ou alugar consultório, há algumas modalidades a serem consideradas. É sobre elas que vamos falar neste primeiro tópico. Acompanhe!

Consultório particular

No consultório particular, profissionais de saúde costumam atender seus pacientes sozinhos, sem que outros especialistas façam parte do empreendimento. Assim, ao mesmo tempo em que têm mais autonomia para decidir a localização, decoração, horários e outros detalhes relacionados ao atendimento, os custos não são divididos com ninguém.

Consultório compartilhado

O consultório compartilhado é uma opção bastante popular por uma série de fatores. Além de permitir a divisão de custos operacionais entre dois ou mais profissionais de saúde, eles ainda são uma porta de entrada para novos pacientes, por meio do relacionamento com esses colegas e pelo próprio movimento de pessoas no consultório. Afinal, o público geralmente precisa de atendimento médico em diversas áreas da saúde, seja para si mesmo ou para familiares.

Coworking

Os coworkings são espaços compartilhados com outros profissionais e vêm se popularizando em diversas áreas de atuação, inclusive na saúde. Mais flexíveis, eles permitem o aluguel por tempo mais curto — seja por alguns dias da semana ou até mesmo algumas horas. São preparados com toda a estrutura necessária, desde móveis até conexão à internet.

Além disso, o profissional não precisa se preocupar com questões burocráticas envolvendo seu trabalho, como lidar com custos operacionais, licenças e alvarás, por exemplo. Preocupações do dia a dia, como limpeza e segurança, também já estão cobertas.

Vantagens de comprar consultório

Vamos começar falando a respeito das vantagens de comprar consultório, opção interessante para quem possui capital para investir e deseja se consolidar em uma região específica. Nesta modalidade, também é possível sublocar o espaço e dividir custos. Confira mais benefícios!

Definição da localização

Definir uma região de atuação e consolidar a presença em um determinado bairro ou cidade é algo que pode ser vantajoso para médicos e profissionais de saúde em geral. Especialmente quando se pensa em longo prazo, tornar-se conhecido do público e ter a confiança das pessoas de que elas podem contar com o atendimento necessário no mesmo lugar de sempre pode ser um diferencial.

Claro que tudo pode mudar por fatores incontroláveis. Ainda assim, ao comprar um consultório, a tendência é ficar no local por muitos anos. Isso ajuda a estabelecer um relacionamento com a comunidade e a criar vínculos com os pacientes, que se sentem mais seguros ao buscar atendimento de saúde.

Escolha da decoração

Decorar o consultório de forma criativa, aconchegante e funcional é parte do bom atendimento em saúde. Ainda que seja possível dar um toque personalizado em consultórios alugados, não há dúvidas de que um imóvel próprio amplia o leque de opções. Reformas, instalações elétricas e outros detalhes são viabilizados com mais liberdade quando se tem um consultório para chamar de seu.

Horários de atendimento

Um consultório próprio — especialmente se for uma casa independente, e não uma sala comercial em um prédio — também oferece mais liberdade para definir horários de atendimento e elaborar o agendamento médico. Não ficar restrito a horários impostos por condomínios pode ser bastante importante, dependendo do perfil do profissional de saúde e de seus pacientes.

Desvantagens de ter consultório próprio

Ainda que ter consultório próprio seja interessante em muitos casos, há alguns pontos que podem representar desvantagens para determinados profissionais de saúde. Fique atento para algumas questões importantes antes de tomar sua decisão.

Menos flexibilidade

Quando alguém decide alugar consultório, caso a iniciativa não traga os resultados esperados ou se deseje partir para uma mudança, fica mais fácil deixar tudo para trás e recomeçar em outro endereço. É claro que isso também é possível mesmo tendo um consultório próprio, mas é preciso refletir de forma mais profunda sobre essa decisão, pensar sobre o que fazer com o imóvel (vender ou disponibilizar para aluguel?) e arcar com custos de manutenção e impostos mesmo que não se consiga negociá-lo.

Custos mais elevados para investimento inicial

Para quem está no começo de sua carreira médica, talvez ainda não seja viável financeiramente adquirir um imóvel próprio para montar um consultório. É preciso ter o capital ou garantir a capacidade de pagamento de um financiamento antes de dar esse importante passo.

Por isso, muitas vezes é mais recomendável alugar consultório nos primeiros anos de atuação, sentir se o retorno de atuar naquela região é interessante e, então, partir para a aquisição do imóvel próprio.

Gastos com manutenção

Outra desvantagem de ter o consultório próprio é que a responsabilidade pela manutenção do ambiente é toda do proprietário. Quando se aluga um imóvel, é possível negociar e até dividir custos com o dono — e, em alguns casos, a responsabilidade é inteiramente dele. Em caso de problemas mais graves, como falhas estruturais, também é possível rescindir o contrato e partir para outra.

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Benefícios de alugar consultório

Alugar consultório também tem suas vantagens. A seguir destacamos algumas delas.

Mais flexibilidade

A flexibilidade é um dos principais benefícios de alugar consultório. Atuar em um bairro para “testar” a adesão dos pacientes e ter a oportunidade de mudar caso o retorno não seja o esperado é uma delas. Para profissionais que desejam ter consultório em mais de uma cidade, a locação de um espaço também é uma excelente opção.

No caso de coworkings, a flexibilidade é maior ainda: é possível alugar consultório apenas para dias específicos e até mesmo para algumas horas. Isso é especialmente interessante quando se precisa atender um cliente com dificuldade de mobilidade (que pode ter sua vida facilitada ao percorrer um trajeto mais curto), quando não for possível superar os entraves do trânsito e, mais uma vez, quando é necessário receber uma pessoa em outra cidade.

Início imediato

Como já comentamos, no início da carreira nem sempre é viável comprar um imóvel próprio para receber os pacientes. Assim, alugar consultório permite dar um início imediato ao trabalho, ainda que com pouco capital para investimento.

Ambiente preparado

Muitas vezes, consultórios disponíveis para locação já vêm preparados para serem usados, sem necessidade de grande investimento em móveis, decoração e instalações hidráulicas. Por já terem sido utilizados com essa finalidade anteriormente, é possível conseguir um espaço equipado com as necessidades básicas para começar o trabalho.

Ainda que não estejam tão equipados assim, imóveis já criados com esse propósito geralmente tem uma planta baixa adequada para recepcionar pacientes, o que evita transtornos e gastos com obras. Isso já facilita bastante a instalação do consultório e o início dos atendimentos.

Por que alugar consultório pode ser ruim?

Ainda que tenha seus benefícios, alugar consultório nem sempre é a melhor opção. Avalie algumas desvantagens dessa modalidade.

Custos fixos mensais com aluguel

Ter que pagar o aluguel todos os meses torna-se um custo significativo para quem decide locar um espaço para receber seus pacientes. Assim, parte dos ganhos acaba se destinando a gastos operacionais, quando poderiam ir para o bolso do profissional de saúde ou, ainda, investidos em melhorias em um consultório próprio. Por isso, é fundamental analisar o impacto do aluguel nas finanças do consultório.

Menor possibilidade de personalização do ambiente

Quando se opta por alugar consultório, é preciso seguir as regras impostas pelo locador. Nem sempre o proprietário está disposto a aceitar alterações na estrutura do imóvel, que podem ser importantes para receber bem os pacientes.

Horários pré-definidos

Também pode haver uma limitação de horários para atendimento, dependendo de onde o consultório está instalado. Isso nem sempre é compatível com a necessidade do profissional de saúde e de seus pacientes.

Com este artigo, esperamos ter ajudado na reflexão a respeito desta importante decisão na hora de atuar como médico ou outra profissão da área da saúde: comprar ou alugar consultório? É preciso levar uma série de fatores em conta para fazer a melhor escolha, baseada no seu perfil, nas suas necessidades e nos seus planos para o futuro.

Ainda ficou com dúvidas ou quer se aprofundar no assunto? Leia nosso post sobre como montar consultório!

WhatsApp para médicos: entenda como usar e conheça as novas funcionalidades do Prontmed Hub

Uma pesquisa realizada em 2020 identificou que o aplicativo WhatsApp está instalado em 99% dos celulares utilizados no Brasil. Desse total, 91% dos usuários trocam mensagens no app diariamente. Outro estudo mais recente mostrou que o aplicativo está em 54% das telas iniciais dos smartphones do país. Assim, não é difícil imaginar que, quando se fala em WhatsApp, médicos e pacientes também têm grande interesse na ferramenta.

É necessário seguir algumas orientações do Conselho Federal de Medicina (CFM), mas o uso do aplicativo é permitido na relação entre médicos e pacientes. Afinal, todas as tecnologias que facilitam os cuidados com a saúde são bem-vindas — ainda mais em períodos de isolamento social como os vividos nos últimos anos.

Neste artigo, vamos falar um pouco da utilidade prática do WhatsApp para médicos e também sobre as novas funcionalidades do Prontmed Hub, o prontuário eletrônico da Prontmed, que permitem a confirmação de consultas e o envio de documentos digitais diretamente do software médico para o celular dos pacientes.

Comece a leitura agora mesmo!

Quais as principais utilidades práticas do WhatsApp para médicos?

O CFM autorizou, em 2017, o uso do WhatsApp na relação entre médicos e pacientes. De acordo com a ementa publicada no Parecer 14/2017, “é permitido o uso do WhatsApp e plataformas similares para comunicação entre médicos e seus pacientes, bem como entre médicos e médicos, em caráter privativo, para enviar dados ou tirar dúvidas”.

A ementa também autoriza o uso “em grupos fechados de especialistas ou do corpo clínico de uma instituição ou cátedra, com a ressalva de que todas as informações passadas têm absoluto caráter confidencial e não podem extrapolar os limites do próprio grupo, nem tampouco podem circular em grupos recreativos, mesmo que composto apenas por médicos”.

A seguir, veja mais detalhes e dicas a respeito de como os médicos podem usar o WhatsApp no dia a dia.

Confirmação de consulta

Uma funcionalidade bastante útil e que pode ser integrada ao prontuário digital, a confirmação de consulta por WhatsApp é uma maneira fácil e prática de organizar o agendamento médico no consultório.

Dar orientações após realização de consultas, caso necessário

Depois da consulta, é bastante comum surgirem dúvidas ou a necessidade de passar novas orientações aos pacientes. O WhatsApp é a forma mais rápida e ágil de manter essa linha de comunicação aberta.

Acompanhamento dos pacientes

Ainda que não surjam dúvidas por parte dos pacientes, muitos médicos gostam de acompanhar a evolução de determinados casos a distância. Assim, o WhatsApp também surge como uma ótima ferramenta para comunicação sem que uma consulta de retorno seja necessária.

Envio de documentos digitais

O envio de prescrições, receitas, atestados e outros documentos digitais também pode ser feito com praticidade e segurança pelo WhatsApp.

Quais são as novas funcionalidades do Prontmed Hub com o WhatsApp?

Levando em conta o grande número de usuários do WhatsApp no Brasil e a forma como a ferramenta faz parte da rotina da população, a Prontmed lançou em março de 2022 uma nova funcionalidade que permite o envio de documentos digitais diretamente do Prontmed Hub — prontuário eletrônico desenvolvido pela empresa — para os celulares dos pacientes.

Agora, os médicos e demais profissionais de saúde que atendem seus pacientes com suporte do Prontmed Hub podem compartilhar documentos digitais de forma mais fácil, prática e segura. Entre os documentos que podem ser enviados pelo WhatsApp estão:

Veja mais detalhes no vídeo:

Além disso, a confirmação de consulta é outra funcionalidade do Prontmed Hub via WhatsApp, o que facilita a comunicação entre profissionais, secretárias e pacientes.

Por que a Prontmed desenvolveu a funcionalidade de confirmação de consulta via WhatsApp?

A confirmação de consulta via WhatsApp traz uma série de benefícios tanto para pacientes quanto para secretárias e profissionais de saúde. Confira os principais:

Veja mais informações no vídeo:

Por que a Prontmed desenvolveu a funcionalidade de envio de documentos digitais via WhatsApp?

A Prontmed já havia disponibilizado o envio de documentos digitais para pacientes via e-mail, funcionalidade que continua em vigor. No entanto, em função da queda no número de usuários de correio eletrônico e do grande aumento na quantidade de pessoas que usam o WhatsApp, a nova funcionalidade foi criada. O objetivo é facilitar cada vez mais o dia a dia de médicos e demais profissionais de saúde.

“A grande vantagem da nova funcionalidade em relação a outros produtos do mercado é que o médico já está trabalhando na tela em que preencheu os dados do paciente e pode enviar os documentos digitais pelo WhatsApp diretamente dali. Assim, o processo se torna mais prático e fácil”, explica a product owner da Prontmed, Tainá Oliveira.

Confira a tela de envio de documentos digitais por WhatsApp via Prontmed Hub!

Tela visualizada pelo profissional de saúde ao enviar documentos digitais para o WhatsApp de pacientes via Prontmed Hub

A nova funcionalidade de envio de documentos pelo WhatsApp é segura?

A segurança dos usuários sempre foi uma das maiores preocupações da Prontmed. Por isso, ao desenvolver uma nova funcionalidade, garantir não apenas o sigilo das operações mas também o respeito à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e às determinações do CFM era uma premissa básica.

Quando o profissional de saúde envia um documento digital por meio do Prontmed Hub para o WhatsApp de seus pacientes, é necessário seguir algumas etapas de segurança antes de o usuário acessar sua receita digital, solicitação de exame ou atestado.

O paciente recebe um link, o qual deve ser acessado. Lá, a pessoa deve inserir seus dados e um código para poder consultar o documento digital. Todas as orientações são automaticamente incluídas na mensagem disparada a partir do Prontmed Hub, sem que o médico precise se preocupar com isso — a não ser que deseje personalizá-la, o que também é possível.

O prazo para acesso aos documentos digitais segue a legislação vigente, tanto para a emissão de receitas quanto para solicitação de exames.

Exemplo de tela visualizada pelo paciente ao receber documentos digitais no WhatsApp via Prontmed Hub

Quem pode usar as novas funcionalidades?

Todos os profissionais de saúde podem usar as novas funcionalidades do Prontmed Hub. No entanto, para emitir receitas digitais e outros documentos, é necessário ter o certificado digital, que pode ser escolhido pelo profissional de saúde — o CFM oferece o certificado digital gratuitamente aos médicos —, e garantir que a assinatura digital do profissional de saúde foi inserida.

Quem é usuário do Prontmed Hub já pode usar a nova funcionalidade desde março de 2022, sem custos adicionais ao plano contratado.

Quais são as demais funcionalidades do Prontmed Hub?

O Prontmed Hub conta com dezenas de funcionalidades. Com prontuários personalizados para mais de 30 especialidades, o software médico da Prontmed é uma das soluções mais completas do mercado.

Entre as principais funcionalidades destacam-se as informações clínicas estruturadas em uma mesma página, assinatura digital, templates de atestados pré-configurados, acesso à agenda por diferentes usuários, busca inteligente de horários livres, consulta de SADT/SP, geração de lotes no padrão TISS e muitas outras. Confira a lista completa aqui!

O Prontmed Hub ainda oferece um módulo de telemedicina, por meio do qual os profissionais de saúde podem realizar a teleconsulta e, na mesma tela, registrar as informações clínicas de seus pacientes, fazer a anamnese, solicitar exames, prescrever tratamentos com a receita digital e executar o faturamento. Tudo isso com padrão de segurança bancária e um rígido controle de dados, de acordo com as determinações da LGPD.

Assista ao vídeo a seguir para saber ainda mais sobre as funcionalidades do Prontmed Hub!

Gostou do nosso artigo sobre como WhatsApp e médicos podem ter uma relação bastante proveitosa e focada no bem-estar dos pacientes? Com as novas funcionalidades do Prontmed Hub, ficou ainda mais fácil usar o aplicativo mais popular do Brasil e proporcionar uma experiência incrível a cada consulta.

Caso você já seja nosso cliente, as funcionalidades estão à sua disposição sem custo adicional. Se ainda não é, fica aqui o convite: faça o teste grátis do Prontmed Hub agora mesmo!

O que é interoperabilidade em saúde?

A interoperabilidade é um conceito que pode ser aplicado em diversas áreas, mas que vem ganhando cada vez mais espaço na saúde. Afinal, os dados têm demonstrado seu poder tanto no tratamento de pacientes quanto na gestão da saúde populacional. E a capacidade de transportar esses dados entre diferentes sistemas — princípio fundamental da interoperabilidade — é algo a ser perseguido.

Embora ainda exista um longo caminho pela frente, cada vez mais sistemas e instituições de saúde vêm observando a importância do tema, e fazendo os investimentos necessários para colocar a interoperabilidade em prática.

Neste artigo, falamos um pouco mais sobre o conceito de interoperabilidade e suas dimensões, as vantagens e impactos que a ideia traz para a vida dos profissionais e empresas de saúde, e como o Prontmed Hub é um produto capaz de dialogar e se integrar com diversos outros sistemas.

Venha absorver esse conhecimento com a gente!

Afinal, como é definida a interoperabilidade em saúde?

A interoperabilidade em saúde pode ser definida como a capacidade dos dados fluírem com segurança de um lugar para outro, de acordo com sua necessidade — seja para atendimento por parte de profissionais da área ou para uso pessoal do paciente.

Mas ainda há muito trabalho a ser feito para o sistema de saúde chegar a uma condição totalmente interoperável. Pelo menos é nisso que acredita o Dr. Blackford Middleton, Chief Medical Officer na plataforma de dados científicos Closedloop.ai, de acordo com entrevista concedida por ele ao Healthtech IT News em 2021.

“A verdadeira interoperabilidade de dados implica interoperabilidade sintática e semântica. Simplificando, a interoperabilidade sintática refere-se à capacidade de mover dados de um prontuário eletrônico para outro, por exemplo, usando um método de transporte comum”, explicou o especialista na ocasião.

Middleton usa a metáfora da carta enviada pelos correios. Se, por um lado, é possível saber que ela irá de um ponto A para um ponto B, por outro, não dá para garantir que seu conteúdo será lido. “Mas temos um formato comum de envelope, etiqueta de endereço etc. Quando acrescentamos a noção de interoperabilidade semântica, não apenas recebemos a carta, mas podemos entender o significado de seu conteúdo. As informações dentro da carta são representadas usando uma linguagem comum, para que possamos entender o significado do conteúdo”, complementa.

Essa “linguagem comum”, aplicada a diferentes sistemas de gestão clínica, prontuários eletrônicos e softwares médicos variados, cria a possibilidade de todos contarem com dados dos pacientes de forma mais ampla. Informações cedidas em uma consulta realizada anos antes, ainda que em outro estabelecimento, podem ser acessadas em um novo atendimento recente, por exemplo.

Com isso, todos ganham: profissionais e instituições de saúde, que passam a ter acesso a informações importantes no tratamento de seus pacientes, e os próprios indivíduos, que poderão contar com um acompanhamento de saúde mais completo.

Dimensões da interoperabilidade

Como já falamos anteriormente, a interoperabilidade é um conceito que não existe apenas no contexto da saúde. E ele conta com dimensões que ajudam a compreender seu significado e abrangência:

Quais suas vantagens?

Além das vantagens já citadas, há outros benefícios em investir na interoperabilidade em saúde — tanto para profissionais e gestores quanto para pacientes. Acompanhe os principais!

Rotinas mais ágeis

O dia a dia de um hospital, clínica ou outra instituição voltada aos serviços de saúde fica mais rápido e ágil, já que as equipes podem contar com dados dos pacientes disponíveis em sistemas externos — como prontuários de outros médicos ou estabelecimentos. Isso, é claro, desde que o paciente permita tal acesso, conforme as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Clareza na comunicação

Quando diferentes sistemas conseguem conversar entre si e compartilhar dados relevantes para a saúde do paciente, a tendência é que as informações sejam registradas de forma padronizada. Somente com dados estruturados será viável agilizar as rotinas e deixar a comunicação mais clara entre todos os envolvidos.

Redução de erros

Com mais agilidade e uma comunicação clara, também existe a tendência à redução de erros. Afinal, quando o tratamento de saúde ocorre em mais de um hospital ou clínica, e envolve diferentes profissionais de saúde, pode haver discrepâncias entre medicações receitadas, dosagens recomendadas e outros detalhes. A interoperabilidade também ajuda neste quesito.

Diminuição de desperdícios

Os desperdícios e custos dos tratamentos também tendem a ser reduzidos, o que impacta a eficiência do sistema de saúde como um todo. Com mais dados disponíveis sobre o paciente, as orientações médicas se tornam mais precisas, exames desnecessários ou repetidos tendem a ser evitados e, consequentemente, os bons resultados aparecem mais rapidamente — o que é um alívio para o paciente e seus familiares, além das próprias instituições, que otimizam seus recursos.

Visão completa

A interoperabilidade ainda ajuda profissionais e gestores a terem uma visão mais holística, completa, tanto do paciente quanto do sistema de saúde como um todo.

Como a interoperabilidade afeta o dia a dia de profissionais de saúde?

Para quem atua na linha de frente do cuidado aos pacientes, a interoperabilidade em saúde traz todos os benefícios já citados, facilitando o trabalho com o acesso a dados mais completos, originários de diferentes fontes.

Assim, além de agilizar o atendimento a pacientes e tornar sua experiência melhor, muitas vezes sobra mais espaço na agenda para atender ainda mais pessoas e promover a saúde da população de forma mais ampla.

Por que as empresas de saúde devem se preocupar com isso?

As empresas de saúde são as partes mais diretamente impactadas pela interoperabilidade. Afinal, com benefícios como a redução de desperdícios e custos e um dia a dia mais ágil, torna-se viável qualificar o atendimento oferecido aos pacientes e, ao mesmo tempo, otimizar os recursos das instituições.

Ao mesmo tempo em que é possível ser mais eficiente do ponto de vista financeiro, a interoperabilidade em saúde permite a hospitais, clínicas, laboratórios e outros estabelecimentos atuarem com foco total no paciente, melhorando sua experiência. Assim, aumentam as chances de sucesso e de reconhecimento das instituições perante à sociedade e ao mercado como um todo.

Como a Prontmed coloca a interoperabilidade em prática?

Mais do que um prontuário eletrônico, o Prontmed Hub é uma plataforma capaz de coletar e estruturar dados essenciais para o cuidado em saúde. Sua capacidade de integração com outras ferramentas permite colocar a interoperabilidade em prática — um exemplo é a integração com laboratórios, que facilita a solicitação de exames para seus pacientes e também o recebimento dos resultados com mais agilidade e segurança.

Além disso, o Prontmed Hub gera lotes com o padrão atualizado TISS, para troca de informações em saúde. Considerado o modelo padrão para intercâmbio de dados entre os agentes de saúde suplementar e os planos privados, o TISS segue os critérios de interoperabilidade estipulados por órgãos como a ANS e o Ministério da Saúde.

Teste Grátis o Prontmed Hub

Os exemplos de como a interoperabilidade é colocada em prática com o Prontmed Hub não param aí. Ainda existe a possibilidade de enviar dados de atendimento para que o gestor em saúde crie em dashboards, análises e outros materiais. Esses dados também podem ser compartilhados com outros players da área da saúde — desde que haja consentimento dos pacientes — para dar continuidade aos tratamentos da melhor forma.

Também é possível disponibilizar informações referentes ao atendimento, como solicitações de exames ou prescrições, por exemplo, para que a adesão ao tratamento seja realizada em laboratórios e clínicas diferentes daquelas onde o cuidado teve início. Assim, processos como a marcação de exames e compra de medicamentos são facilitados.

A interoperabilidade é um dos temas mais falados na área da saúde nos últimos anos, impulsionada pela importância que o uso de dados vem ganhando junto a profissionais e gestores de saúde.

Se você tem interesse em contar com uma plataforma que gera dados estruturados de saúde e pode ser integrada a outros sistemas com segurança e respeito à LGPD, o Prontmed Hub pode ser a solução.

Entre em contato com nosso time Comercial para saber mais sobre o produto!

Finanças no consultório médico: 5 passos para controlar o fluxo de caixa

Cuidar das finanças no consultório médico é fundamental para garantir um excelente atendimento a todos os pacientes. Por mais que o profissional de saúde seja qualificado, sabe-se que uma estrutura adequada, uma equipe preparada e bons equipamentos também fazem a diferença na rotina. E isso só se consegue com as contas em dia.

Além disso, garantir o fluxo de caixa e manter os pagamentos das despesas do consultório sem atrasos traz mais tranquilidade, permitindo aos médicos manter o foco no que interessa: seu trabalho como profissional de saúde.

Neste artigo, trazemos algumas dicas a respeito das finanças no consultório médico, inclusive falando sobre como a tecnologia pode dar um grande apoio neste quesito. Confira agora mesmo!

1. Escolha uma boa assessoria contábil

Ter um contador é uma obrigação para profissionais de saúde que optaram por atuar como Pessoa Jurídica. Mas mesmo que o consultório tenha sido aberto na modalidade Pessoa Física, é importante contar com apoio profissional para fazer a gestão das finanças.

A principal dúvida é: como escolher uma boa assessoria entre tantas opções? É interessante buscar uma empresa ou profissional que já tenha experiência na área da saúde e que conheça seus pontos mais sensíveis. Pedir sugestões a colegas médicos pode ser uma boa forma de encontrar um parceiro de confiança.

Mais do que controlar a entrada e saída de valores do consultório, a assessoria contábil pode avaliar se as finanças estão saudáveis, se há oportunidades de evitar gastos e até mesmo de realizar investimentos para qualificar ainda mais os serviços prestados aos pacientes.

2. Entenda o custo da hora médica

Saber precificar os serviços oferecidos é fundamental para a sustentabilidade das finanças no consultório. Embora, em um primeiro momento, possa ser difícil calcular o quanto vale uma hora de trabalho — a chamada “hora médica” —, é possível chegar a um valor razoável levando alguns pontos em consideração. Não se deve esquecer, ainda, de incluir as consultas de retorno neste cálculo, já que estas não são remuneradas.

A primeira coisa é responder à pergunta: quanto você gostaria de ganhar ao final de um mês de trabalho? Para chegar a esse valor, não esqueça de levar em conta os custos de manutenção do consultório, incluindo taxas de aluguel, condomínio, impostos, anuidade do conselho profissional, energia elétrica, internet, equipamentos e materiais (incluindo sua manutenção), salários, entre outros.

Depois, divida esse valor pelo número de dias trabalhados e, então, pegue esse número e divida novamente, desta vez pelo número de horas dedicadas ao atendimento a pacientes. Se o valor das consultas é inferior ao mínimo necessário para cobrir a sua hora de trabalho, pode ser necessário aumentar os preços ou trabalhar mais horas por dia.

3. Analise os ganhos de cada consulta (particular ou via convênio)

Embora seja necessário ter muito cuidado com esse tipo de planejamento, já que dar preferência para atendimentos particulares é proibido quando o médico aceita um plano de saúde do qual seu paciente é cliente (e deseja utilizar na consulta), é fundamental entender as formas de pagamento mais recorrentes no consultório.

Por exemplo: se 30% das consultas costumam ocorrer na modalidade particular e 70% via convênios, é preciso entender as diferenças de valores entre elas para calcular o valor ideal da hora médica. É a partir dessa definição que a solidez financeira do consultório será construída.

4. Tenha cuidado com o fluxo de caixa

Do ponto de vista financeiro, manter um consultório é como ter uma empresa: é preciso ter atenção a detalhes e cuidar do fluxo de caixa. Saber as datas de pagamentos e prever os recursos que estarão disponíveis para honrar os compromissos é fundamental.

Uma dica interessante, especialmente para profissionais com consultório individual, é considerar os períodos de férias, já que não há entrada de valores quando o atendimento está interrompido. Por isso, nos meses em que a operação está funcionando, é importante fazer uma reserva para garantir os pagamentos devidos, já que as contas continuam chegando, mesmo com o consultório fechado.

5. Use um software médico com funcionalidades financeiras

É importante que um software médico ofereça funcionalidades financeiras, como um módulo de faturamento e suporte ao fluxo de caixa. Ainda que as finanças no consultório sejam responsabilidade do contador, ter uma plataforma digital com os dados relacionados à entrada e saída de valores traz mais segurança para a operação.

O mercado oferece opções de prontuários eletrônicos, como o Prontmed Hub, que contam com esse tipo de funcionalidade. Veja algumas delas:

Teste Grátis o Prontmed Hub

Esse é um assunto sobre o qual nem todo mundo gosta de falar, afinal, ninguém entra para a área da saúde para lidar com dinheiro. Porém, assim como na vida pessoal, a disciplina e o cuidado com as finanças no consultório são essenciais. Esperamos ter ajudado!

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